09 junho 2026

Gostei muito do anúncio do Studio MDHR sobre o desenvolvimento de seu próximo projeto, Mighty Cuphead Adventure, para consoles retrô. Para ser mais exato, eles vão lançar um jogo para o SEGA Master System, incluindo um cartucho para rodar diretamente no console.

O último jogo moderno para consoles retrô que joguei foi o incrível Micro Mages. Criado pela Morphcat Games, o título foi lançado para o NES (ou, para os mais chegados, o Nintendinho). Além de bonito, é muito divertido e desafiador, para dizer o mínimo.

Gameplay Micro Mages/NES

Assim como Micro Mages, pretendo jogar esse novo título no meu Android por meio de um emulador. Estou ansioso para experimentar mais um novo jogo para um antigo vídeo game.

22 janeiro 2026

Por que eu deveria colocar CPF nas minhas compras?

Esse é um questionamento comum do brasileiro quando vai às compras. No ato do pagamento, sempre ouvimos:

CPF na nota?

Ao menos aqui, a resposta padrão é sempre:

Não, obrigado!

Mas eis a questão. Isso é realmente útil? Adicionar meu CPF em todas as compras que eu fizer iria me ajudar no quê?

Meu 2026 começou com esses questionamentos. Após um dos eletrodomésticos ter “queimado”, cheguei à conclusão de que, em alguns cenários, é uma burocracia necessária.

Infelizmente, perdi a garantia de um produto, pois eu não tinha mais o cupom fiscal físico, tampouco acesso ao digital, dado que o QR Code de acesso fica no cupom fiscal. Porém, se uma compra é vinculada ao CPF, fica fácil resgatá-la pelo portal estadual da SEFAZ. Porém, não é meu caso, pois o meu automático não na hora do CPF na nota?, me deixou mais distante de uma resolução positiva.

Mas que fique o registro dessa experiência. E, para as próximas compras, talvez valha a pena, não?

02 outubro 2025

Seminário MCTI 2025

Um dos temas do segundo dia do Seminário MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) deste ano de 2025 foi a soberania digital no contexto da Inteligência Artificial. O que mais me chamou a atenção no primeiro bloco foi a iniciativa pública de fomentar o uso de tecnologias livres e abertas para o fortalecimento dessas ferramentas.

Ainda não está formalizado, mas, para o futuro, está previsto um consórcio de universidades com foco em promover o debate, além de produzir e pesquisar tecnologias de IA.

Para mim, porém, o ponto alto do seminário foi a abertura do debate, especialmente quando um funcionário da Magalu, convidado, pontuou que o Brasil não tem demanda para IA. Ele colocou sua experiência internacional em confronto com o que vivencia aqui no país. Mas será mesmo que não temos demandas? Um país em desenvolvimento, com tantos processos e burocracias que poderiam ser melhorados com apoio dessas ferramentas, teria muito a ganhar: fortalecer setores estratégicos, incentivar a inovação e fomentar pesquisa acadêmica.

E, sinceramente, basta pensar nas inúmeras fraudes das quais o Brasil é palco — como os golpes no INSS ou na época do Auxílio Emergencial, quando políticos e pessoas sem necessidade solicitavam o benefício. Situações como essas mostram o quanto tecnologias desse nível poderiam ser úteis. Não para substituir a decisão humana, mas como apoio na tomada de decisão.